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6.º Simpósio de Meteorologia e Geofísica da APMG e 10.º Encontro Luso-Espanhol de Meteorologia PDF Imprimir e-mail
15-Dez-2008

Realizou-se no Hotel Meliã Capuchos, Caparica, de 16 a 18 de Março de 2009, mais um encontro de meteorologia, geofísica e áreas afins, o APMG 2009 – 6º Simpósio de Meteorologia e Geofísica da APMG e 10º Encontro Luso-Espanhol de Meteorologia, desta vez focado no tema “Desastres Naturais – Um Desafio para a Humanidade” .

 

A Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica (APMG), em colaboração com a Associação Meteorológica Espanhola (AME), realizou no Hotel Meliã, Aldeia dos Capuchos, Caparica, de 16 a 18 de Março de 2009, o APMG 2009, 6.º Simpósio de Meteorologia e Geofísica da APMG e 10.º Encontro Luso-Espanhol de Meteorologia focado no tema "Desastres Naturais - Um Desafio para a Humanidade" e integrado nas comemorações do Ano Internacional do Planeta Terra.

O simpósio reuniu 143 participantes, professores, investigadores, técnicos e estudantes de diversas nacionalidades, vindos de todo o País, Espanha, Brasil e Macau-China.

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A Sessão de Abertura contou com as participações da Presidente da Câmara Municipal de Almada (Dra. Maria Emília Sousa), do Presidente do Instituto de Meteorologia (Dr. Adérito Vicente Serrão), do Presidente da Associação Meteorológica Espanhola (Dr. José António Maldonado Zapata), do Director da Direcção dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos de Macau-China (Doutor Fong Soi Kun), da representante do Presidente da Associação Portuguesa de Recursos Hídricos (Dra. Maria Alzira Santos) e do Presidente da Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica (Dr. Manuel Rosa Dias).

No âmbito da Sessão de Abertura foram proferidas as palestras:

"Perigos Geológicos em Ilhas Oceânicas: Exemplos da Macaronésia" pelo Prof. Doutor José Madeira (Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa), (VER)

"Portugal das Secas, das Inundações e dos Fogos: Questão de Defeito ou Questão de Feitio?" pelo Prof. Doutor Carlos da Câmara (Centro de Geofísica da Universidade de Lisboa), (VER)

"A Protecção Civil na Resposta às Catástrofes Naturais" pela Dra. Patrícia Gaspar (Autoridade Nacional de Protecção Civil) (VER)



Foram apresentadas 88 comunicações orais e 38 posters em várias áreas da Meteorologia, da Geofísica e sobre o tema do Simpósio.

Na área da Meteorologia apresentaram-se comunicações sobre os temas:

Modelação e Previsão do Tempo (Ver Abstracts)

Detecção Remota (Ver Abstracts)

Clima e Observação .(Ver Abstracts)

Radiação e Composição da Atmosfera .(Ver Abstracts)

e ocorreu uma Sessão de Posters (Ver Abstracts)

 

Na área da Geofísica apresentaram-se comunicações que versaram:

Redes Sísmicas (Ver Abstracts)

Fonte Sísmica e Perigosidade (Ver Abstracts)

Estrutura da Litosfera (Ver Abstracts)

Estudos na Macaronésia (Ver Abstracts)

Redes Temporárias (Ver Abstracts)

tendo ocorrido também uma Sessão de Posters (Ver Abstracts)

 

O tema do Simpósio contou com 14 comunicações orais (Ver Abstracts)

No final, realizou-se o Debate, centrado na problemática dos desastres naturais, moderado por especialistas de diferentes áreas:

Prof. Doutor José Oliveira Mendes (Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra),

Prof. Doutor João Hipólito (Instituto Superior Técnico),

Prof. Doutor João Corte-Real (Universidade de Évora),

Doutor Luís Matias (Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa),

Eng. Vítor Vieira (Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa),

Dr. José António Maldonado Zapata ( Associação Meteorológica Española),

Dr. Manuel Rosa Dias (Associação Portuguesa de Meteorologia e Geofísica).

Este debate, centrado no tema "Desastres Naturais: Um Desafio para a Humanidade" foi abordado sob diferentes pontos de vista:

 

•-       a responsabilidade social de investigadores e técnicos,

•-       a confiança nas instituições - transmitindo confiança e indicando claramente o que deve ser feito,

•-       a educação da população - a redução de riscos de desastres naturais só é possível com a participação das comunidades,

•-       a tomada de decisão na salvaguarda de vida e bens implicando conhecimento e acesso a informação baseada em dados fiáveis,

•-       a atitude do poder público na gestão de alertas e transmissão da informação.

O debate foi muito participado, tendo sido também discutidos problemas específicos das diferentes instituições presentes tanto no conhecimento, como no acompanhamento na correcta divulgação de fenómenos extremos.

Actualizado em ( 22-Fev-2010 )
 
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